Com 15 marcas na edição de 2026, o Big Brother Brasil tem reforçado seu posto como uma das maiores plataformas comerciais da TV brasileira. Mas, desta vez, o volume de patrocínio (que continua grande) não é o destaque; as provas é que assumiram papel estratégico para as empresas.
É o caso do Mercado Pago e TIM, que passaram a integrar seus produtos à lógica do jogo e a influenciar diretamente no reality, como explica Ramon Prado, CEO da HUSTLERS. BR, agência de comunicação especializada em live marketing.
‘Em anos anteriores, a presença das empresas ficava concentrada na cenografia e na exposição de marca. Essa mudança, no entanto, já vinha sendo anunciada por algumas ativações, como a do McDonald’s na esteira de lanches durante uma festa do programa na edição de 2021. Agora, a estratégia evolui para um modelo mais funcional, em que o produto ou serviço interfere diretamente nas recompensas, nas vantagens e até nas consequências do jogo’, afirma.


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