Por André Charone é contador.
O envio do IRPF 2026 começou em 23 de março e vai até 29 de maio. A Receita também reforçou o uso da pré-preenchida, disponível para contribuintes com conta gov.br prata ou ouro, e manteve vantagens na restituição para quem combina esse recurso com o recebimento via Pix.
Para quem nunca declarou, o desafio costuma ser menos tecnológico e mais operacional: entender se está obrigado, reunir documentos, escolher o modelo correto e evitar inconsistências que podem levar à malha fina. Em 2026, entre os critérios de obrigatoriedade estão rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584,00, rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil, posse de bens acima de R$ 800 mil em 31 de dezembro de 2025, além de hipóteses ligadas a atividade rural, ganho de capital e operações em bolsa.
Na avaliação do contador tributarista e professor universitário André Charone, o principal erro de quem vai declarar pela primeira vez é começar pelo sistema, quando o correto é começar pela documentação. (mais…)


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