Salvador empreende: como a capital baiana se consolida como polo de inovação e novos negócios

Imagem Ilustrativa | Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

A ressonância magnética é um dos exames fundamentais para diagnosticar aneurismas, tumores e lesões internas. No centro dessa tecnologia está o hélio líquido, que mantém os ímãs supercondutores em temperaturas extremamente baixas e garante o funcionamento seguro dos equipamentos. Segundo o Atlas da Radiologia no Brasil 2025, do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem (CBR), mais de 60% dos exames de imagem no país, incluindo as ressonâncias, são feitos pelo SUS e apenas em 2023 foram mais de 100 milhões de procedimentos.

Como um dos exames mais importantes, a segurança na ressonância magnética precisa ser prioridade em todas as etapas, desde o treinamento das equipes até o bom funcionamento dos sistemas criogênicos, que mantêm o magneto ativo. É essencial seguir cuidados simples, como não permitir a entrada de objetos metálicos na sala. Pensando nisso, Renato Ferrari Plachi, gerente comercial de Hélio da Air Products, líder global no fornecimento do gás usado no exame, reuniu dicas práticas de segurança para proteger pacientes e profissionais durante o procedimento. (mais…)

NEGÓCIOS: Como sustentar o crescimento da empresa sem perder coerência

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Por Julio Cesar Freitas, professor de gestão estratégia do design.

Sustentar o crescimento de uma empresa é o desafio que surge quando os resultados já são visíveis e a expansão se torna realidade. Nesse estágio do negócio, a prioridade não está mais em avançar, mas em preservar a coerência entre estratégia, estrutura de decisão e prática cotidiana. Muitas organizações descobrem, tardiamente, que crescer é apenas parte da equação. Crescimento em bases sólidas exige outros ingredientes.

Com o acúmulo de novas demandas, operações e decisões, a tensão entre expansão e sustentação estrutural cresce, recolocando em cena um paradoxo observado em outros contextos: os mesmos movimentos que impulsionam resultados também pressionam processos, governança e capacidade de coordenação. Processos antes suficientes tornam-se frágeis, a governança perde clareza e o ritmo das decisões começa a ser ditado mais pela urgência do que pelo critério. Nesse cenário, o crescimento permanece ativo, mas a articulação entre decisões, responsabilidades e prioridades começa a se dispersar.

O crescimento pode carregar esse paradoxo ao ampliar resultados enquanto tensiona estruturas e como a aceleração, quando substitui o critério, tende a transformar decisões estratégicas em respostas reativas. O ponto que se impõe agora é distinto: como sustentar coerência quando crescer se torna uma condição permanente da dinâmica interna. (mais…)

ARTIGO – O endereço também vende: como o espaço físico influencia a percepção do cliente

Imagem por Squirrel_photos de Pixabay

Por Nikolas Matarangas, CEO da Be In.

Muito além de um local de atendimento, o espaço físico passou a exercer um papel fundamental na construção da reputação das marcas. Em um cenário cada vez mais competitivo, o endereço onde uma empresa está localizada e a forma como seu ambiente é apresentado influenciam diretamente a percepção de profissionalismo, credibilidade e valor agregado aos olhos do cliente.

De acordo com um estudo publicado pela Harvard Business Review, consumidores tendem a associar ambientes organizados, bem iluminados e visualmente agradáveis a empresas mais confiáveis e competentes. A pesquisa aponta que o espaço físico atua como um ‘sinal silencioso’ de qualidade, impactando a forma como o cliente avalia não apenas o serviço, mas também a marca como um todo.

Outro levantamento, realizado pela CBRE (uma das maiores consultorias imobiliárias do mundo), indica que mais de 70% dos clientes consideram a experiência presencial determinante para formar opinião sobre uma empresa, especialmente em segmentos como serviços financeiros, saúde, educação e corporativo. O estudo também revela que espaços planejados influenciam positivamente o tempo de permanência do cliente e a propensão à recompra. (mais…)

Marca registrada: o que muda para empresas que formalizam sua identidade?

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

Registro garante segurança jurídica, fortalece a identidade empresarial e pode influenciar estratégias de crescimento

Formalizar a identidade de uma empresa por meio do registro de marca tem se tornado uma etapa cada vez mais presente na organização de negócios de diferentes portes. Ao transformar o nome, o logotipo ou outro sinal distintivo em um ativo protegido por lei, empresas passam a operar com maior segurança em relação ao uso de sua identidade comercial.

Apesar de muitos empreendedores associarem o registro de marca apenas a uma formalidade administrativa, o procedimento pode trazer impactos relevantes na forma como o negócio se posiciona no mercado. A formalização define direitos sobre o uso da marca dentro de determinado segmento e ajuda a evitar disputas relacionadas à identidade empresarial.

Em um ambiente econômico marcado pela expansão do comércio digital e pelo aumento do número de novos negócios, a proteção da marca passa a ser vista como parte do planejamento de longo prazo das empresas. (mais…)

Oportunidades de Negócios com Projetos do Banco Mundial no Brasil

Imagem de Gerd Altmann por Pixabay

O Banco Mundial realizará, no dia 19 de março, em São Paulo, um evento de engajamento com o setor privado voltado a empresas interessadas em projetos financiados pelo Banco Mundial, bem como à divulgação de oportunidades de aquisições em projetos financiados no Brasil e na América Latina e Caribe (LAC).

O Brazil Private Sector Outreach Event tem como objetivo de apresentar o pipeline de projetos e as oportunidades de aquisições no Brasil e na região da América Latina e Caribe (LAC). O evento foi desenhado para esclarecer aspectos gerais dos processos de aquisições do Banco Mundial e promover diálogo direto entre empresas e equipes do Banco Mundial e do IFC, incluindo sessões de perguntas e respostas e reuniões individuais.

O que esperar do evento:

  • Participação de especialistas do Banco Mundial e do IFC
  • Apresentação do pipeline de projetos do Banco Mundial no Brasil e na região LAC
  • Visão geral sobre oportunidades de aquisições e como participar
  • Sessão de perguntas e respostas com especialistas do Banco Mundial
  • Almoço para networking
  • Sessões de reuniões individuais (one-on-one / speed dating) com equipes do Banco Mundial para discutir temas específicos, como oportunidades futuras, questões contratuais e inovações.

Inscreva-se aqui

ARTIGO: Por que métricas de vaidade seguem iludindo novos empreendedores digitais

Imagem de Photo Mix por Pixabay

Por Gustavo Teixeira Ignácio – especialista em alavancagem tecnológica e negócios.

Existe um erro que se repete no ecossistema empreendedor brasileiro: confundir popularidade com faturamento. A obsessão por seguidores, curtidas e vídeos viralizados virou quase um ritual de iniciação para quem começa a vender nas redes sociais. O problema é que audiência não é sinônimo de caixa.

O Brasil é terreno fértil para essa ilusão. O país está entre os maiores consumidores de redes sociais do mundo. Segundo o relatório Digital 2024 Brasil, da DataReportal, mais de 144 milhões de brasileiros estão ativos nessas plataformas e passam horas por dia conectados. O alcance impressiona. A lógica parece simples: se muita gente está online, basta aparecer. Mas visibilidade e conversão obedecem a regras diferentes. No ambiente digital, números chamam atenção, mas resultado financeiro exige metodologia.

Gustavo Teixeira Ignácio, especialista em alavancagem tecnológica e negócios, que acompanha campanhas de empresas em diferentes estágios de crescimento, observa um padrão recorrente. ‘Ao longo dos anos, observei um padrão recorrente entre novos empreendedores no Brasil: a maioria prioriza o crescimento visível do perfil nas redes sociais, atraídos pelo brilho de curtidas e seguidores, mas negligencia a construção de um funil estruturado que guie o cliente desde a primeira descoberta até a compra efetiva’. (mais…)