Sem previsão de aumento além da inflação, salário mínimo deve ser R$ 1.067 em 2021

Imagem de Steve Buissinne por Pixabay

A equipe do Ministério da Economia não planeja criar uma regra para o ajuste do salário mínimo. Com isso, o aumento em 2021 e nos próximos anos deve ser apenas equivalente a inflação do ano anterior ao reajuste, sem ganho real. Como para este ano, a previsão do governo é de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) seja de 2,10%. Se assim for, o salário mínimo passará de R$ 1.045 para R$ 1.067 em janeiro.

Até 2018 havia uma regra que previa um reajuste real do salário mínimo, caso fosse registrado crescimento na economia. Essa regra, usada para definir o valor de 2019, concedia o aumento com base na inflação ano anterior somada à variação da economia de dois anos.

No entanto, ela expirou naquele ano e, desde então, o governo apenas estabelece o valor do salário por medida provisória, sem o reajuste real. De acordo com a publicação, a equipe econômica respeita a Constituição no que tange à determinação para dar “reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo”. (mais…)

Apple é primeira empresa dos Estados Unidos a valer mais de 2 trilhões de dólares

Imagem de William Iven por Pixabay

A gigante de tecnologia Apple tornou-se nesta quarta-feira (19), a primeira empresa norte-americana a ter valor de mercado superior a US$ 2 trilhões.

Por volta das 11h40, o preço da ação da empresa estava valendo US$ 467,63 no pregão da Nasdaq. Depois, permaneceu oscilando.

Em agosto de 2018, a empresa já havia se tornado a primeira empresa avaliada em US$ 1 trilhão. No ano, o avanço das ações da Apple é de 60%. Nos últimos 12 meses, o salto acumulado é de 120%.

Bahia.Ba

Anvisa libera produção do ventilador pulmonar de baixo custo da USP

Foto: Andréa Rêgo Barros/ PCR/ Fotos Públicas

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a produção do ventilador pulmonar Inspire, desenvolvido pela Escola Politécnica (Poli) da Universidade de São Paulo (USP). De acordo com a universidade, o órgão autorizou a fabricação, comercialização e doação dos equipamentos a partir do dia 13 de agosto.

Um grupo, de aproximadamente 200 pesquisadores da USP, desenvolveu o respirador de uso emergencial, que pode ser produzido em até duas horas e é 15 vezes mais barato dos que os aparelhos disponíveis no mercado.

“Conseguir viabilizar um produto inovador do zero, em poucos meses, é um feito notável para os padrões brasileiros. Apesar dos avanços, nós, como nação, temos que melhorar nossos processos de inovação para sermos mais competitivos internacionalmente”, disse o professor Marcelo Zuffo, um dos coordenadores do estudo. Em abril, o aparelho foi testado em animais com resultados promissores e, em seguida, em humanos.

Metro1

Produção no pré-sal passa de 70% do petróleo e gás extraídos no país

Foto: Stéferson Faria/ Ag. Petrobras/ Fotos Públicas

Pela primeira vez, a produção de petróleo e gás natural no pré-sal ultrapassou 70% da produção nacional, alcançando cerca de 2,738 milhões de barris de óleo equivalente por dia, em julho. De acordo com a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), empresa vinculada ao Ministério de Minas e Energia, a produção corresponde a 70,26% do total registrado no país, de 3,898 milhões de barris por dia.

De acordo com a PPSA, a produção já vinha se aproximando dos 70% nos meses anteriores. Em junho, por exemplo, a produção na região do pré-sal somou 2,671 milhões de barris por dia, o correspondente a 69,9% do total nacional. Em maio, foram produzidos 2,363 milhões de barris diários, equivalentes a 67,82% do total nacional. A PPSA informou ainda que o Campo de Lula, na Bacia de Santos, manteve a liderança na produção de petróleo e gás natural no pré-sal, com média diária de 987.510 barris de petróleo e 43,150 milhões de metros cúbicos de gás natural.

Já a plataforma P-76, no Campo de Búzios, também na Bacia de Santos, e com apenas quatro poços produtores, teve a maior produção de petróleo por instalação em julho, com média diária de 168.649,40 barris. Segundo a PPSA, a produção da P-76 foi superior à soma do que foi produzido por todos os 6.326 poços terrestres.

Agência Brasil

Bolsa de valores B3 tem maior alta em dois meses; dólar cai para R$ 5,46

Imagem de Csaba Nagy por Pixabay

Num dia de alívio de incertezas políticas, o dólar caiu pela primeira vez em dois dias, e a bolsa de valores teve a maior alta diária em dois meses. O dólar comercial fechou esta terça-feira (18), vendido a R$ 5,469, com recuo de R$ 0,027 (-0,5%). O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), encerrou o dia com alta de 2,48%, aos 102.065 pontos.

O mercado financeiro refletiu declarações feitas nesta segunda-feira (17), à noite pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, de que ele e o presidente Jair Bolsonaro têm confiança mútua. A declaração aliviou tensões que surgiram com a saída de dois secretários especiais de Guedes, na semana passada, além de atrasos no envio da reforma administrativa e na agenda de privatizações.

O dia foi marcado pela volatilidade no mercado de câmbio. O dólar começou o dia com forte queda, chegando a ser vendido a R$ 5,42 na mínima do dia, por volta das 10h. A moeda reverteu o movimento e passou a subir no início da tarde, recuando nas duas últimas horas de negociação. Na bolsa de valores, o otimismo prevaleceu. O Ibovespa, que ontem tinha fechado abaixo da marca de 100 mil pontos, operou com alta acima de 2% durante quase toda a sessão. (mais…)

Congresso adia para setembro votação de veto presidencial à prorrogação da desoneração

Foto: Marcelo Casal Jr/ Agência Brasil

Em reunião de líderes da Câmara e do Senado, realizada nesta terça-feira (18), parlamentares decidiram adiar a análise do veto presidencial à redução de impostos sobre a folha de pagamento dos setores que mais contratam no país por pelo menos 15 dias.

A previsão é que seja analisado no dia 2 de setembro. O Congresso aprovou a prorrogação da desoneração até o fim de 2021, mas o presidente Jair Bolsonaro entendeu que a medida configurou renúncia fiscal e decidiu vetar.

Na prática, com o veto, a desoneração da folha de pagamento está prevista para terminar no fim de 2020. E são 17 setores da economia incluídos na desoneração, os que mais empregam no país, entre os quais tecnologia da informação e calçados.

Redação: Metro1 | Informações: G1