Com o Serviço de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) ofertado pelo Governo do Estado, por meio do projeto Bahia Produtiva, executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), famílias de comunidades rurais de todo o estado passaram a produzir e comercializar alimentos saudáveis. É o caso de Gleide de Oliveira, moradora da comunidade Bomba, no município de Belo Campo, no Sudoeste baiano, só tinha sete galinhas e não tinha plantação. Com as orientações técnicas, a agricultora aprendeu a criar as galinhas com o manejo correto e já produz também a alimentação das aves.

Entre os diversos cultivos que Gleide têm em sua propriedade e que servem não só para a alimentação animal, mas também para o consumo próprio, estão as plantas alimentícias não-convencionais (PANC): taioba, ora-pro-nóbis e língua de vaca, utilizadas em suas refeições. Ela produz também, em seu canteiro, outros produtos como couve, coentro, alface, beterraba, cenoura. Mas o que chama a atenção mesmo é a plantação, toda feita de forma orgânica, de abóbora e mamão, que viraram o carro chefe de sua produção.

Além de inserir alimentos de qualidade em suas refeições e fazer a própria ração para os animais, o excedente que é cultivado por Gleide é transformado em renda. “Vendo cerca de 25 dúzias de ovos por mês para o município de Vitória da Conquista e a carne das aves na região de Belo Campo. Já cheguei a mandar 45 dúzias. Com a renda, Gleide comprou três vacas de leite e já faz novos planos para melhorar e aumentar a produção.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Revista Bahia Produtiva