Participar da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica) que acontece até este domingo, dia 29, é sempre uma experiência marcante para os estudantes da rede estadual de ensino. Seja protagonizando diferentes atividades artísticas, literárias e culturais ou percorrendo os espaços com a programação, eles trocam experiências, aprendem e transformam os bons momentos vividos em memórias afetivas.
É o caso do estudante indígena Pedro Henrique Kamaywrá Pataxó, 18 anos, 3º ano do Ensino Médio, do Colégio Estadual Indígena Coroa Vermelha, que é líder de classe e territorial. Ele foi convidado para abordar o tema da Flica, “Poéticas Afroindígenas no Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia”, neste sábado (28), no Espaço Geração Flica.
“Eu vim falar um pouco de mim, um pouco sobre a literatura indígena, por conta da riqueza presente nela e que não é reconhecida. Além da literatura escrita, temos a literatura oral, que, para mim, é a mais importante e rica, pois é passada de geração em geração, seja na fogueira ou na caminhada na floresta. Pai me contava várias histórias do nosso povo, do vô, da vó, dos nossos antepassados, quando eu era criança”, falou, ao ressaltar a felicidade por ser um porta-voz das tradições e da cultura do seu povo.
A educação inclusiva também ganhou destaque na Flica com uma oficina de Libras, ministrada na Casa do Governo, na Fundação Hansen, pelo professor Elinilson Soares, que é surdo, e pelo professor-ouvinte Anderson Siqueira. “Participar da Flica é muito importante. Senti que as pessoas estavam tocadas. Elas não sabiam nada de Libras até este momento e aprenderam. Eu consegui perceber a reação delas, que estavam emocionadas, abrindo a visão para conhecer a cultura surda. Estou muito, muito feliz e fiquei pensando como é necessário que ouvintes e surdos estejam em contato e haja inclusão “, afirmou Elinison.
O professor Anderson também falou sobre a simbologia deste momento. “Trazer a língua de sinais para um espaço como a Flica é ratificar a valorização que ela tem para os surdos e, consequente, valorizar e aceitar a pessoa na sua especificidade. A primeira manifestação cultural de um povo é a sua língua e é ela que nos une. A gente precisa reconhecer as línguas que têm no nosso país e oportunizar o protagonismo de pessoas como o professor Elinison”, ressaltou.
Dona Maria Célia Santos, 64, é estudante da Educação de Jovens e Adultos (EJA), do Colégio Estadual de Alagoinhas. Ela participou da oficina de Libras e falou da emoção com a vivência. “Esta é a primeira vez que viajo, que saí da minha cidade com os meus colegas da escola. Estou feliz. Gostei de tudo que vi e esta oficina de Libras foi ótima, pois aprendi coisas novas. A cidade de Cachoeira é linda, fiquei encantada com tudo. Vou levar esta experiência no coração”, celebrou.
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