A deputada estadual Talita Oliveira (PSL) protocolou na Assembleia Legislativa da Bahia nesta sexta-feira, dia 5, um Projeto de Lei para impedir o fechamento dos comércios no estado da Bahia sem uma reunião prévia com representantes dos empregadores e empregados dos setores de alimentação, shoppings, restaurantes, bares, turismo, dentre outros segmentos.
Para a parlamentar, a matéria busca assegurar o direito ao diálogo e a participação dos geradores de emprego e dos empregados antes de qualquer determinação brusca de fechamento ou lockdown. Ainda segundo ela, a Bahia tem a obrigação de garantir os direitos e as garantias individuais, coletivas, sociais e políticas.
Talita condenou as medidas impostas pelo Estado:
“Não é justo com quem trabalha e produz. Não é justo com quem arrisca o seu tempo e o seu capital suado, fazendo girar a economia baiana e, consequentemente, nos gerando renda para que possamos Investir em ações eficazes para combater a Covid-19”, contou.
“As contas e os encargos estaduais também ficarão em casa, governador?”, questionou. “Explica como os comerciantes ficarão de portas fechadas arcando com os impostos que não tiveram as devidas cobranças interrompidas”, continuou.
O decreto que prevê o lockdown em Salvador e nas cidades da Região Metropolitana (RMS) foi estendido até às 5h da manhã de segunda (8), podendo mais uma vez ser ampliado por mais tempo. Nas demais cidades o lockdown é válido neste fim de semana, das 20h de sexta (05) às 5h de segunda (08).
O toque de recolher também foi alongado até o dia 31 de março pelo chefe do Executivo baiano. Ele vale das 20h às 5h, em todo o território baiano.
Editado pelo Tribuna do Recôncavo | informações: Ascom/ Deputada Talita Oliveira


Imagem Ilustrativa de Wendy Julianto por Pixabay













Imagem de Antonio Corigliano do Pixabay









Imagem de Lourdes ÑiqueGrentz por Pixabay
Imagem por therapractice de Pixabay























































Imagem Ilustrativa de Fernando Zhiminaicela por Pixabay






Imagem de Peggy und Marco Lachmann-Anke por Pixabay











