Em decreto, Bolsonaro permite redução de jornada e salários por mais 30 dias

O presidente Jair Bolsonaro publicou um decreto que permite a prorrogação do programa de suspensão de contrato de trabalho e de corte de jornada. A norma editada nesta terça-feira, dia 14, pelo presidente autoriza empresas e empregados a fazer novas negociações para ampliar o corte de jornada por mais um mês e a suspensão de contrato por mais dois meses.

Assim, o prazo máximo para as duas medidas passa a ser de 120 dias. Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência afirma que a extensão do programa “irá permitir que empresas tenham tempo hábil para se reestruturar, preservando, assim, diversos postos de trabalho”.

A permissão para o governo flexibilizar as regras trabalhistas na pandemia, como a redução de jornada e de salário, foi aprovada pelo Congresso em junho. Essa possibilidade já estava valendo por Medida Provisória.

Metro1

Guedes pede cooperação para ajudar Brasil a preservar o meio ambiente

Foto: Edu Andrade/ Ministério da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu cooperação para elaborar políticas de preservação ao meio ambiente. Isso porque, apesar de preservar seus recursos naturais e seus povos indígenas, o país tem dimensões continentais. As declarações foram feitas nesta segunda-feira, dia 13, durante reunião virtual da Organização para a Cooperação de Desenvolvimento Econômico (OCDE).

“O Brasil sabe da importância do crescimento sustentável do ponto fiscal e ambiental. O Brasil é um país que alimenta o mundo preservando o meio ambiente. Se há excessos e se há erros, corrigiremos”, afirmou.

O governo federal tem sido pressionado por empresários e investidores para combater o desmatamento da Amazônia. Dados do Instituo Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que o desmatamento na Amazônia cresceu 10% em junho, em comparação ao mesmo mês de 2019, e atingiu o maior valor de km² destruídos – mais de 1.000 km². (mais…)

Bolsa fecha acima de 100 mil pontos pela 1ª vez em 4 meses; Dólar recua

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Pela primeira vez em quatro meses, a bolsa de valores fechou acima dos 100 mil pontos. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), subiu 0,88% e fechou esta sexta-feira (10) aos 100.031 pontos. Já o dólar reverteu o movimento de alta do início do dia e passou a cair, até fechar em R$ 5,324, com recuo de R$ 0,02 (-0,37%).

O indicador alcançou o nível mais alto desde 6 de março, cinco dias antes de a Organização Mundial da Saúde decretar a pandemia de covid-19, quando tinha fechado aos 102 mil pontos. O Ibovespa seguiu a bolsa norte-americana. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, encerrou esta quarta com alta de 1,44%.

Há várias semanas, mercados financeiros em todo o planeta atravessam um período de nervosismo por causa da recessão global provocada pelo agravamento da pandemia do novo coronavírus. Nos últimos dias, os investimentos têm oscilado entre possíveis ganhos com o relaxamento de restrições em vários países da Europa e em regiões dos Estados Unidos e contratempos no combate à doença.

Fonte:  Agência Brasil | Redação: Bahia Noticias

Caixa antecipa saque do auxílio emergencial do terceiro lote

Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

A Caixa antecipou o calendário de saque em dinheiro aos beneficiários com direito a receber a primeira parcela do auxílio emergencial por terem sido aprovados no início do mês de junho. Os beneficiários nascidos entre julho e setembro poderão sacar a partir da próxima segunda-feira, dia 13.

Já os nascidos entre outubro e dezembro poderão sacar de terça-feira, dia 14, em diante. O calendário de saque em dinheiro teve início no dia 6 de julho, de forma escalonada pelo mês de nascimento.

Nas datas disponíveis para saque, havendo eventual saldo existente, o valor será transferido automaticamente para a conta que o beneficiário indicou, sendo poupança da Caixa ou conta em outro banco.

Agência Brasil

Fundo árabe Mubadala faz melhor proposta por refinaria na Bahia

Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil

O fundo de investimentos árabe Mubadala fez a melhor oferta na fase vinculante da venda da refinaria Landulpho Alves, em Mataripe (BA). O fundo indiano Essar estava na disputa pelo ativo baiano da petrolífera. A informação foi veiculada inicialmente pela Reuters, e confirmada em comunicado ao mercado pela Petrobras.

Com o resultado, o Mubadala Investment Company vai negociar os termos do negócio de forma exclusiva. Caso as partes não cheguem a um acordo, uma nova rodada de ofertas pela Rlam será aberta. Não foi divulgado o valor da proposta dos árabes.

“O início das negociações com o participante que apresentou a melhor proposta é um desdobramento esperado nos projetos de desinvestimento, do qual, de acordo a Sistemática de Desinvestimentos, não há previsão de divulgação ao mercado”, ressaltou a Petrobrás, no comunicado. A petrolífera brasileira pretende se desfazer de um total de oito refinarias, correspondente a 50% do parque de refino. Até o momento, nenhuma transação foi concluída.

Metro1

Brasil tem 2,6 milhões de pedidos de seguro-desemprego durante pandemia

Foto: Camila Domingues/ Palácio Piratini/ Fotos Públicas

A Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia informou nesta quinta-feira, dia 9, que foram registrados 653,2 mil pedidos de seguro-desemprego em junho. O número é 28,4% maior que o verificado no mesmo mês do ano passado, quando houve 508,9 mil pedidos.

Contando com os dados de junho, subiu para 2,59 milhões o total de pedidos de seguro-desemprego desde a segunda quinzena de março, quando a pandemia de coronavírus causou os primeiros impactos na economia brasileira. Segundo o ministério, os estados de São Paulo (199.066), Minas Gerais (70.333) e Rio de Janeiro (52.163) tiveram o maior número de pedidos de seguro-desemprego, no mês de junho.

Em relação aos setores econômicos, os pedidos de junho estão distribuídos entre serviços (41,7%), comércio (25,4%), indústria (18,7%), construção (10,1%) e agropecuária (4,1%). No acumulado dos seis primeiros meses deste ano, informou o Ministério da Economia, foram contabilizados 3,9 milhões de pedidos de seguro-desemprego, o que representa uma alta de 14,8% em comparação com o mesmo período de 2019 (3,4 milhões).

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