A delegada Andréa Ribeiro, responsável pelas investigações do caso Atakarejo, afirmou que os seguranças da rede mentiram sobre a participação nas mortes Yan e Bruno Barros.
Apesar negarem envolvimento no crime, as apurações apontaram que o gerente da segurança fez contato com traficantes do Nordeste de Amaralina, após os jovens serem flagrados furtando carne em uma loja da rede na região. Nas mãos dos criminosos, tio e sobrinho foram torturados e mortos – seus corpos foram colocados no porta-malas de um carro e deixados na localidade da Polêmica, em Brotas.
As investigações mostraram que o procedimento dos seguranças, que culminou na morte de Yan e Bruno, repete o padrão de um mesmo caso ocorrido em outubro do ano passado, quando uma adolescente de 15 anos teria passado por uma sessão de espancamento e tortura depois de furtar produtos do supermercado, na mesma loja do Nordeste de Amaralina. Ela sobreviveu após fugir. A constatação foi essencial para o pedido que culminou na prisão de três seguranças suspeitos de envolvimento no crime, nesta segunda-feira (10).
A delegada, disse porém, que ainda não é possível apontar ligação entre o Atakarejo e o tráfico de drogas. Agora, a polícia fará análise do material apreendido e outras diligências para elucidar a participação de cada um dos investigados no crime.
Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Bahia Noticias

Foto: Rede Social











Imagem de Sebastian Ganso por Pixabay























































Imagem de Darkmoon_Art por Pixabay

Imagem de Stefano Escandiussi stecks05 do Pixabay
Imagem de Moondance por Pixabay

















Imagem ilustrativa de feraugustodesign por Pixabay









Imagem de ALBERTO H. FABREGAS do Pixabay
Image by Couleur from Pixabay