A Associação Baiana de Pessoas com Epilepsia, Familiares e Amigos denunciou ao Ministério Público da Bahia a falta de medicamentos anticonvulsivantes em Salvador e cobrou providências da Secretaria Municipal de Saúde para solucionar o desabastecimento. A entidade alerta que a interrupção do tratamento pode provocar aumento das crises epilépticas, agravamento do quadro neurológico e até risco de morte.
Segundo a associação, pacientes vêm enfrentando dificuldades frequentes para conseguir medicamentos nas farmácias públicas, principalmente pessoas em situação de vulnerabilidade social, já que muitos remédios possuem alto custo e não podem ser interrompidos de forma abrupta. A entidade também passou a orientar os pacientes sobre denúncias junto às ouvidorias do SUS, Ministério Público e Defensoria Pública.
A associação criou ainda um formulário para registrar casos de desabastecimento e informou que o tema será discutido em audiência pública marcada para o dia 18 de junho, na Câmara dos Deputados, em Brasília. O encontro será promovido pela Associação Brasileira de Epilepsia em parceria com o Instituto Ética Saúde.
CRÉDITO:
Adaptado pelo Tribuna do Recôncavo.























Foto: Icaro Tetê/ Vale Mais Noticias


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