Ultrapassagens proibidas podem causar mais acidentes neste Natal

Quem vai viajar neste feriado de Natal precisa dobrar a atenção para chegar ao destino sem sustos. Nesta época do ano aumenta o volume de veículos e motos nas estradas e alguns cuidados podem salvar vidas, principalmente, usar cinto de segurança e fazer ultrapassagens em segurança e apenas em locais permitidos.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), de 21 a 25 de dezembro de 2018, o órgão registrou mais de 70 flagrantes por hora de condutores fazendo ultrapassagens irregulares em rodovias federais, mais de 70 mil flagrantes de excesso de velocidade e mais de 5 mil condutores trafegando sem cinto de segurança. Essa combinação, nada segura, resultou em mais de 1.400 feridos e 89 mortos.

Um trânsito mais seguro requer a participação de todos. “O bom motorista sabe que o trânsito é um espaço compartilhado por todos e age com gentileza e bom senso. Além disso, sinaliza suas intenções ao utilizar seta nas conversões e ao mudar de pista, o que diminui a possibilidade de acidentes.  O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) prevê, em vários artigos diversas infrações relacionadas às ultrapassagens em faixa contínua, em local proibido, pelo acostamento e em vias de mão dupla, algumas, inclusive, enquadradas nas infrações gravíssimas, como é o caso da ultrapassagem forçando a passagem entre veículos – cuja penalidade é de multa (aumentada em dez vezes) e suspensão do direito de dirigir”, comenta Luiz Gustavo Campos, diretor e especialista em trânsito da Perkons. Sempre é importante lembrar que respeitar as leis de trânsito salva vidas.

Matéria: Paula Batista/ Lidi Multimidia

Anvisa aprova controle de gordura trans em alimentos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (17) uma medida que prevê limites para a presença de gorduras trans industriais em alimentos e o banimento do uso de gordura parcialmente hidrogenada até 2023.

A decisão foi tomada por unanimidade e as mudanças serão implementadas de forma gradativa, em três fases. Primeiro com o estabelecimento de limites de gorduras trans industriais para a indústria e serviços de alimentação e prosseguindo até o banimento do uso de gordura parcialmente hidrogenada até 2023.

A medida, de acordo com a Anvisa, tem o objetivo de proteger a saúde da população. A agência destaca que o consumo elevado dessas gorduras é nocivo à saúde por favorecer o surgimento de problemas cardiovasculares, como o entupimento de artérias que irrigam o coração, e aumentar o risco de morte por essas doenças. (mais…)

STF divulga agenda de julgamentos do primeiro semestre de 2020

Foto: Nelson Jr./ SCO/ STF

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, divulgou nesta terça-feira (17) a agenda de julgamentos do primeiro semestre de 2020. Entre os julgamentos previstos, está o que deve definir em quais situações pode haver anulação de sentença de processos em que há réus delatores e delatados.

No começo de outubro, os ministros decidiram por 7 votos a 4 que as alegações finais de réus delatores têm de ser apresentadas antes das alegações dos réus delatados, a fim de se assegurar o amplo direito de defesa. Nos processos da Operação Lava Jato, delatados e delatores apresentaram as alegações ao mesmo tempo, o que, em tese, pode levar à anulação das sentenças.

Também na pauta do ano que vem está a revisão da delação premiada do empresário Joesley Batista, da JBS. O Supremo deve julgar no dia 17 de junho a validade das colaborações e o destino das provas entregues pelos delatores. (mais…)

Cerrado: Desmatamento cresce 15% em unidades de conservação

O desmatamento do Cerrado no período de agosto de 2018 a julho de 2019 ficou 2,26% menos, na comparação com o ano de 2018, mas aumentou 15% em unidades de conservação.

Os dados são do Projeto de Monitoramento do Desmatamento (Prodes) do Cerrado, feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Eles são a taxa oficial de desmatamento do bioma.

Na Amazônia, o desmatamento no mesmo período teve aumento de 29,5%. De acordo com o Prodes, foram devastados 6.483,4 km² no Cerrado. Na Amazônia, foram 9.762 km².

Informações: G1/ Bahia | Redação: Bahia.Ba

ARTIGO: Auditoria independente e a segurança cibernética

Imagem Ilustrativa | Foto: Pixabay

A polêmica relativa à alegada invasão de mensagens de magistrados e promotores da Lava Jato no Telegram, App até então apontado como inviolável por seus criadores, expõe novamente os riscos inerentes à segurança cibernética e os cuidados a serem adotados para se evitarem danos às empresas, ao mercado financeiro e à economia. É inevitável encarar de frente o problema.

O tema merece atenção especial dos administradores de qualquer empresa, que, independentemente de seu ramo de atividade, devido ao alto nível de dependência tecnológica hoje existente, estão cada vez mais vulneráveis a ataques cibernéticos. Nessa linha, os profissionais de auditoria precisam estar cada vez mais preparados para auditar adequadamente na avaliação dos riscos de invasão nos sistemas de seus clientes.

A ação dos hackers pode ser muito nociva, em função do grau de informações que possam ser suprimidas e/ou alteradas e do nível de danos causados no sistema de informática da organização atacada. Há casos relatados em todo o mundo, há tempos, de saques e invasões de contas de correntistas de bancos, infiltração nos computadores de indústrias e organismos estatais. (mais…)

Anvisa: 23% de alimentos analisados têm agrotóxicos acima do limite ou proibidos

Resultados do Programa de Avaliação de Resíduos de Agrotóxicos (Para), divulgados nesta terça-feira, dia 10, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), apontam que foram encontrados resíduos de agrotóxicos acima do limite permitido ou proibidos para cultura em 23% dos alimentos avaliados entre 2017 e 2018.

Foram analisadas 4.616 amostras, coletadas nas redes varejistas (supermercados), entre agosto de 2017 e junho de 2018. No total, foram monitorados 14 alimentos, que representam 30,86% do que é consumido pela população. As coletas incluíram amostras de abacaxi, alface, arroz, alho, batata-doce, beterraba, cenoura, chuchu, goiaba, laranja, manga, pimentão, tomate e uva.

Não foram constatados resíduos de agrotóxicos em 49% dos alimentos analisados e em outros 28% eles estavam dentro do permitido pela agência. Em relação às amostras que apresentaram inconformidades, a maioria (17,3%) apresentou exclusivamente detecção de ingrediente ativo não permitido para a cultura (NPC). Todas as demais situações de inconformidade incluem as detecções de ingrediente ativo em concentração acima do limite (2,3%), ingrediente ativo proibido no país (0,5%) ou amostras com mais de um tipo de inconformidade (2,9%).

Bahia.Ba

Whatsapp é principal fonte de informação do brasileiro, diz pesquisa

Imagem de HeikoAL por Pixabay

Uma pesquisa realizada pela Câmara dos Deputados e pelo Senado mostrou o Whatsapp como principal fonte de informação dos entrevistados: 79% disseram receber notícias sempre pela rede social. O ambiente possui mais de 136 milhões de usuários no Brasil, sendo a plataforma mais popular juntamente com o Facebook.

Depois do Whatsapp, outras fontes foram citadas, misturando redes sociais e veículos tradicionais na lista dos locais onde os brasileiros buscam se atualizar. Apareceram canais de televisão (50%), a plataforma de vídeos Youtube (49%), o Facebook (44%), sites de notícias (38%), a rede social Instagram (30%) e emissoras de rádio (22%). O jornal impresso também foi citado por 8% dos participantes da sondagem e o Twitter, por 7%.

No caso da televisão, o percentual foi maior entre os mais velhos: 67% dos consultados com mais de 60 anos disseram se informar sempre por esse meio, contra 40% na faixa entre 16 a 29 anos. Já o Youtube apareceu como mais popular entre os mais jovens. Os que afirmaram ver vídeos sempre na plataforma chegaram a 55% na faixa de 16 a 29 anos, contra 31% entre os com 60 anos ou mais. No caso do Instagram, a diferença é ainda maior. Entre os jovens, 41% relataram buscar informações sempre na rede social. Já na faixa dos 60 anos ou mais, o índice caiu para apenas 9%. (mais…)