Com a atualização da NR-1 entrando em vigor em maio de 2026, empresas brasileiras têm pouco mais de um mês para se adequar às novas exigências, que passam a incluir a identificação e gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho, como estresse, assédio e sobrecarga. A mudança representa um avanço na saúde e segurança ocupacional, ampliando o foco para além dos riscos físicos, químicos e biológicos.
A medida ganha relevância diante do aumento dos afastamentos por transtornos mentais no Brasil. Em 2025, foram mais de 546 mil casos, com crescimento significativo em relação ao ano anterior, além de custos que ultrapassam bilhões de reais. O cenário reforça a necessidade de atenção à saúde mental dos trabalhadores e de ações preventivas por parte das empresas.
Especialistas alertam para a urgência na adaptação e recomendam iniciar imediatamente os processos, buscando agilizar etapas internas, além de traduzir as exigências da norma em ações práticas. Também destacam a importância do uso de benefícios corporativos e dados estratégicos como aliados na prevenção de riscos psicossociais e na promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis.
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