A consulta ginecológica pode ajudar a identificar sinais de violência contra a mulher e abrir espaço para acolhimento, orientação e encaminhamento à rede de proteção. O atendimento individual e reservado pode facilitar o relato de situações de abuso.
Segundo a ginecologista Aline Veras Morais Brilhante, integrante da Comissão Nacional Especializada de Violência Sexual e Interrupção Legal da Gravidez da FEBRASGO, o profissional deve estar atento não apenas aos sinais físicos, mas também a mudanças no comportamento da paciente.
Hematomas, lesões genitais, marcas de traumas antigos e infecções sexualmente transmissíveis recorrentes podem chamar a atenção durante a consulta. Ansiedade, tristeza intensa, dificuldade para falar e a presença de um acompanhante controlador também podem indicar uma situação de violência. (mais…)









