Todos os vírus que provocam a Covid-19 na população mundial cabem em uma lata de Coca-Cola, aponta estudo

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Todos os vírus causadores de Covid-19 que circulam no mundo atualmente poderiam caber em uma única lata de Coca-Cola, segundo cálculos de um matemático britânico. A soma expõe quanta devastação é causada por minúsculas partículas virais.

Usando taxas globais de novas infecções com a doença, juntamente com estimativas de carga viral, o especialista em matemática da Bath University, Kit Yates, descobriu que existem cerca de dois quintilhões de partículas do vírus Sars-CoV-2 em todo o mundo. Yates usou o diâmetro do Sars-CoV-2 e então descobriu o volume do vírus esférico.

“É surpreendente pensar que todos os problemas, as interrupções, as dificuldades e as perdas de vidas que resultaram no ano passado ocupam um espaço tão pequeno”, disse Yates em um comunicado.

Metro1

Contrariando Anvisa e ciência, Bolsonaro diz que vacina ‘não está comprovada cientificamente’

Foto: Marcos Corrêa/ PR

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (22), que “não há nada comprovado cientificamente sobre essa vacina aí”, referindo-se à CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac. A declaração foi dada a jornalistas na porta do Palácio da Alvorada.

A CoronaVac é a única vacina aplicada no Brasil até o momento e foi aprovada pelos técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o que indica eficácia e segurança necessárias à aplicação emergencial.

“Eu não posso obrigar ninguém a tomar vacina, como um governador um tempo atrás falou que ia obrigar. Eu não sou inconsequente a esse ponto. Ela tem que ser voluntária, afinal de contas, não está nada comprovado cientificamente com essa vacina aí”, afirmou o presidente. As declarações de Bolsonaro não possuem fundamento científico.

Metro1

Eficácia geral da Coronavac é de 50,4%, diz estudo do Butantan

Foto: Bruno Concha/ PMS/ Secom

O Instituto Butantan informou que o estudo conduzido pelo órgão indicou que a vacina Coronavac, desenvolvida no país em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, tem a eficácia geral de 50,38% contra a Covid-19. O dado foi informado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no pedido de registro emergencial da vacina, e está acima dos 50% requeridos universalmente para considerar um imunizante viável.

Na semana passada, a gestão João Doria (PSDB) afirmou que o imunizante tem 78% de eficácia contra casos leves da doença e 100% contra os quadros graves e moderados. No entanto, os dados referem-se só a um recorte do estudo. A eficácia geral, principal indicador da pesquisa e que considera toda a amostra de voluntários, não foi revelada de primeira e ficou em um patamar inferior. Chamado de eficácia global, o índice aponta a capacidade da vacina de proteger em todos os casos – sejam eles leves, moderados ou graves.

O número mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e também pela Anvisa é de 50%. “Essa vacina tem segurança, tem eficácia, e todos os requisitos que justificam o uso emergencial”, defendeu o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, durante o anúncio. Segundo o Butantan, a taxa de eficácia de 78%, apresentada pelo instituto na última semana foi calculada considerando somente casos de Covid-19 com pontuação maior ou igual a 3, comparando o grupo vacinado e o grupo que recebeu placebo, uma substância neutra.

Metro1

BioNTech afirma que pode fornecer vacina adaptada a mutação do coronavírus em seis semanas

O laboratório alemão BioNTech, que produziu uma vacina contra a Covid-19 em parceria com a americana Pfizer, anunciou nesta terça-feira (22), que pode fornecer uma versão da vacina adaptada à nova cepa do vírus registrada no Reino Unido em menos de dois meses.

“Tecnicamente somos capazes de fornecer uma nova vacina em seis semanas”, disse Ugur Sahin, cofundador do laboratório alemão, em entrevista coletiva. “A beleza da tecnologia do RNA mensageiro é que podemos diretamente começar a conceber uma vacina que imita fielmente a nova mutação”.

Segundo o diretor de negócios da empresa alemã, Sean Marett, BioNTech e Pfizer vão fornecer 12,5 milhões de doses da vacina contra Covid-19 para os países da União Europeia até o fim do ano.

Metro1

Telescópio usado por astrônomos do mundo inteiro desaba em Porto Rico

Foto: Reprodução/ Vídeo/ NSF

A Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos divulgou na quarta-feira, dia 2, o vídeo do colapso do famoso telescópio do Observatório de Arecibo, que ficou destruído após desabar na última terça-feira, dia 1º.

Situado em Porto Rico, no Estados Unidos, o equipamento foi usado por astrônomos do mundo inteiro, permitindo a descoberta dos primeiros planetas em órbita de outras estrelas que não o Sol.

A fundação americana, responsável pelo observatório, já havia anunciado que o Observatório de Arecibo seria fechado. Em agosto, um cabo auxiliar quebrou e, no começo de novembro, um dos cabos principais rompeu, o que certamente causou o desabamento.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Informações: Metro1

Sonda chinesa que foi vista no céu de SAJ e região pousa com sucesso na Lua

Imagem de LoganArt por Pixabay

A China pousou com sucesso uma espaçonave na Lua na terça-feira, dia 1º, em uma missão histórica para recuperar amostras da superfície lunar, informou a mídia estatal chinesa. O país lançou a sonda Chang’e-5 em 24 de novembro, que foi visto nos céus da Bahia logo após o lançamento. Moradores de Santo Antônio de Jesus e outras cidades da região registraram o momento em que o objeto misterioso traçava o céu na noite do dia 23 de novembro.

A missão não tripulada, nomeada em homenagem à mítica deusa chinesa da Lua, visa coletar material lunar para aprender mais sobre as origens do satélite natural da Terra. A missão tentará coletar 2 kg de amostras em uma área anteriormente não visitada, conhecida como Oceanus Procellarum, ou “Oceano de Tempestades”. Se a missão for concluída conforme o planejado, a China será a terceira nação a ter recuperado amostras lunares, depois dos Estados Unidos e da antiga União Soviética.

A emissora estatal CCTV disse que começaria a coletar amostras na superfície lunar nos próximos dois dias. As amostras seriam transferidas para uma cápsula de retorno para a viagem de volta à Terra, pousando na região da Mongólia, interior da China. A China fez seu primeiro pouso lunar em 2013. Em janeiro do ano passado, a sonda Chang’e-4 pousou no lado oculto da Lua, a primeira sonda espacial de qualquer nação a fazer isso.

Editado pelo Tribuna do Recôncavo | Fonte: G1

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