Sonda volta a captar imagem hipnotizante de Júpiter

Foto: Divulgação/ NASA

A sonda Juno voltou a captar uma imagem hipnotizante de Júpiter, desta feita de um vórtex negro visível entre as nuvens do planeta.

“A sonda Juno da NASA captou esta visão de uma área a mostrar um vórtex com um centro negro intenso. Nas proximidades é possível ver nuvens brilhantes de alta altitude que emergiram para a luz do Sol”, disse a NASA sobre a imagem.

Desde 2016 que a sonda Juno orbita Júpiter, sendo esta a 20ª aproximação da sonda ao planeta.

Noticias ao Minuto

Após vencer feira mundial de ciências brasileira dará nome a asteroide

Foto: Arquivo Pessoal/ DW

A brasileira Juliana Davoglio Estradioto, de 18 anos, terá seu nome em um asteroide. A honra é fruto da sua vitória em uma das principais categorias da maior feira internacional de ciências e engenharia para jovens cientistas pré-universitários. O prêmio da Intel Isef (International Science and Engineering Fair) 2019 foi realizado na última sexta-feira (17) em Phoenix (EUA) e contou com quatro dias de competição entre 1.800 jovens entre 15 e 19 anos, vindos de diversos países.

O projeto que garantiu o primeiro lugar da categoria Ciências materiais para Juliana, permite o aproveitamento de resíduos que sobram no processamento da macadâmia para produção de uma membrana biodegradável. Esse produto poderia ser utilizado para produzir desde embalagens até curativos, substituindo materiais sintéticos com um material natural e reaproveitando algo que seria descartado.

A brasileira disse que não acreditou ao ouvir seu nome como vencedora e que ainda está “sem palavras”. “Quando falaram Osório, o nome da minha cidade, eu ainda pensei ‘deve ter outra cidade no mundo chamada Osório. Não deve ser verdade’. Quando subi no palco, o cara que estava apresentando começou a rir da minha cara. Eu só chorava. Eu realmente achava que seria impossível ganhar”, admitiu. Como prêmio pelo primeiro lugar da categoria, além de receber 3 mil dólares, Juliana poderá nomear um asteroide com um dos seus sobrenomes. (mais…)

Nasa revela os três finalistas de concurso para desenhar casa em Marte

Foto: NASA/ Team SEArch+/ Apis Cor

Mesmo que nenhum astronauta tenha pisado na superfície de Marte, a Nasa já está pensando na solução de um problema: construir uma casa no planeta. Para isso, a agência espacial lançou o desafio 3D-Printed Habitat Challenge.

Nesta competição, a Nasa procura por designes de casas que possam ser usadas em outros planetas e, agora, conseguiu chegar a três finalistas. Os designs criados pelas equipas SEArch+/Apis Cor (Nova York), a Zopherus (Arkansas) e a Mars Incubator (Connecticut) chegaram ao final da competição da Nasa.

Cada uma das três finalistas recebeu um prêmio de 100 mil dólares. A competição acontece desde 2015 e terá a sua última fase entre os dias 1 e 4 de maio.

Noticias ao Minuto

Birita que não faz mal e não dá ressaca chegará ao mercado em 5 anos

Foto: Pixabay

Parece mentira, mas não é pegadinha de primeiro de abril. Um cientista inglês desenvolveu uma substância que dá a mesma sensação e o barato do álcool, mas que não faz mal à saúde. E melhor: não dá ressaca. Segundo David Nutt, diretor do centro de neuropsicofarmacologia do Imperial College London, a bebida deve chegar ao mercado nos próximos cinco anos.

O criador do líquido anunciou a novidade para o jornal inglês The Guardain. A substância sintética foi batizada de alcarelle. David Nutt e seus colegas já a produzem regularmente. Segundo informações da Folha de S. Paulo, eles a bebem com sucos de frutas para disfarçar o gosto, que não é lá essas coisas.

Por que então o negócio não é lançado já? “A parte regulatória é muito mais difícil do que a a ciência”, diz o professor. Antes de aparecer nas lojas e botecos, o tal alcarelle vai precisar enfrentar etapas e mais etapas de testes e certificações governamentais, além de encontrar indústrias dispostas a investir na manguaça ressaca-free.

Bahia.Ba

Astrônomos anunciam descoberta de uma nova lua

A descoberta de uma nova lua no sistema solar foi anunciada por cientistas, nesta quarta-feira (20). Chamada de Hipocampo, o satélite foi avistado flutuando ao redor do planeta Netuno pelo Hubble, telescópio espacial da Nasa. Ao que tudo indica, trata-se de um fragmento da segunda maior lua do planeta, a Proteu, conforme estudo divulgado pela Agência Espacial Europeia (ESA).

Também ajudaram na descoberta dados mais antigos da sonda Voyager 2, que se aproximou de Neturno em 1989. “Em 1989, pensávamos que a cratera era o fim da história. Com o Hubble, sabemos agora que um pequeno pedaço de Proteu ficou para trás e que é Hipocampo”, afirmou o coordenador da equipe de astrônomos, Mark Showalter, do Instituto norte-americano Seti.

A lua Hipocampo, que teria cerca de 34 quilômetros de diâmetro, foi descoberta em 2013 e a sua órbita está muito próxima da de Proteu, lua que, de acordo com os astrônomos, teve origem em uma colisão envolvendo os satélites naturais de Neturno, um dos gigantes gasosos e o último planeta do sistema solar. Há bilhões de anos, Neturno capturou um corpo enorme da cintura de Kuiper, que, defendem os especialistas, corresponde à maior lua do planeta, a Tritão. (Lusa)

Asteroide de 40 metros pode se chocar com a Terra este ano

Imagem de PIRO4D por Pixabay

Existe uma lista com 816 asteroides considerados potencialmente perigosos para os humanos, uma vez que podem vir a chocar com o nosso planeta nos próximos 100 anos. O número seis desse ranking pertence ao 2006 QV89 que, de acordo com a Agência Espacial Italiana (ASI), pode atingir a Terra no próximo dia 9 de setembro. Mas ainda é cedo para alarmismos pois, explica a ASI, só em julho será possível conhecer com precisão a trajetória que o asteroide vai efetivamente ter.

“Com os dados que temos agora, a probabilidade de impacto é equivalente a sermos atropelados por um trem se atravessarmos uma linha sem olhar, sem ver e ouvir, mas sabendo que passa um trem a cada 15 horas”, explicou Ettore Perozzi, da ASI. O que se sabe por agora, e na pior das hipóteses, é que o 2006 QV89 pode atingir a Terra a uma velocidade de 44 mil quilômetros por hora, arrasando uma superfície de até dois mil quilômetros quadrados.

Em termos comparativos, a capacidade de destruição é semelhante à que foi causada pelo asteroide que caiu na Sibéria em 1908. A questão que se coloca, destacou Rolf Densing, diretor do Centro Europeu de Operações Espaciais, não é se um asteroide vai ou não atingir o planeta Terra, mas, sim, quando isso acontecerá, lê-se no jornal La Vanguardia. (Noticias ao Minuto)