Quando pensamos em café de qualidade, é comum lembrar do aroma, do sabor e da tradição presentes em cada xícara. No entanto, uma parte importante desse resultado é definida muito antes da torra. Nos bastidores da produção, infraestrutura, tecnologia e manejo desempenham papel fundamental para preservar o potencial dos grãos e garantir a qualidade da bebida.
No momento em que o Brasil se prepara para colher uma das maiores safras de café de sua história, com expectativa de 66,7 milhões de sacas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), cresce também a atenção para etapas decisivas do pós-colheita. Entre elas, destacam-se a classificação e a secagem, processos que influenciam diretamente a qualidade e o valor comercial do produto.
“Entre as etapas do pós-colheita, a classificação e a secagem merecem atenção especial dos cafeicultores. Depois que os grãos deixam a lavoura, esses processos são determinantes para preservar características importantes, como aroma, sabor e uniformidade, além de influenciar diretamente a valorização comercial do café”, explica Bruno Nolasco, gerente de Negócios Agro da Belgo Arames.







