Desde que a Suprema Corte dos EUA permitiu que todos os 50 estados do país pudessem explorar a indústria dos jogos de azar, os norte-americanos apostaram em eventos esportivos um total de US$ 220 bilhões. Esse mercado nos EUA tem apresentado um crescimento enorme, e as operadoras de jogos de azar que atuam no país não têm poupado esforços para atingir o seu público, já que investem pesado em propagandas que chegam nas casas da maioria dos norte-americano.
“Embora os marcos das apostas esportivas legalizadas que levaram até agora sejam notáveis, esta indústria ainda está longe de ser totalmente realizada. As apostas legais já fazem parte da cultura esportiva convencional e prevejo que essa tendência crescerá à medida que a adoção aumentar. A acessibilidade agora para os fãs fazerem uma micro-aposta ao vivo durante um jogo, por exemplo, compartilha paralelos com outros recursos de smartphones, como chamar uma carona, comprar uma ação ou reproduzir um podcast”, explica o CEO da DraftKings, Jason Robins.
Em meados de 2018, a Suprema Corte dos Estados Unidos finalmente tomou uma decisão sobre um caso que já tinha uma década de duração. O caso em questão tratava sobre derrubar uma lei federal que restringia as apostas esportivas em apenas quatro estados norte-americanos, a Lei de Proteção ao Esporte Profissional e Amador. Os estados que exploravam o setor foram aqueles que conseguiram regulamentar o mercado de palpites até 1991. (mais…)
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