Com o intuito de aproximar evangélicos e pessoas ligadas a outros segmentos do cristianismo ao governo, um movimento propõe que ministros religiosos possam exercer seus ofícios como uma espécie de microempreendedor individual (MEI).
A sugestão do grupo Cristãos Trabalhistas é que os ministros religiosos contribuam com R$ 78 por mês para poderem desfrutar de direitos como licença saúde, licença gestante e aposentadoria de um salário mínimo.
No Brasil, ministros religiosos de qualquer religião, não têm direito a proteção previdenciária.
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Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil
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