Com Ben Affleck, longa filmado na fronteira do Brasil é lançado na Netflix

Foto: Divulgação/ Netflix

O filme de ação “Operação Fronteira”, estrelado pelo ator Ben Affleck e que se passa na fronteira do Brasil com a Colômbia e o Peru, chega à Netflix nesta quarta-feira (13). O thriller marca o retorno de Affleck, que estava afastado das telonas após passar um tempo na reabilitação por causa do vício em álcool. Ele, que já interpretou Bruce Wayne, o “Batman”, já venceu o Oscar de roteiro original pelo drama “Gênio Indomável” e de melhor filme por “Argo”.

Charlie Hunnan, conhecido por atuar no remake de Papillon e ser o protagonista da série “Sons of Anarchy”, também integra o elenco, ao lado de Oscar Isaac, que participou de “Star Wars – Episódio IX”,pelo chileno naturalizado norte-americano, Pedro Pascal, além de Garret Hedlund, Charlie Hunnan e Adria Arjona.

“Operação Fronteira” conta a história de um grupo de amigos, que integraram no passado uma unidade de forças especiais, que se unem para um grande roubo. O local escolhido é uma cidade em região de fronteira, dominada por um narcotraficante. Produzido pela Netflix, o longa foi dirigido e escrito por J.C Chandor (“O Ano Mais Violento”), com participação de Mark Boal, roteirista premiado pelo filme “Guerra ao Terror”. (Bahia.Ba)

Aparição de Stan Lee em ‘Capitão Marvel’ foi alterada após a sua morte

Tal como em praticamente todos os filmes dos super-heróis da Marvel, também em ‘Capitão Marvel’, Stan Lee fez uma participação especial. Porém, ao contrário dos outros longas-metragens em que o criador da banda desenhada assume um personagem, na mais recente estreia da Marvel Stan Lee surge como… Stan Lee.

Mas esta não é a única novidade. Em declarações ao site Mashable, Anna Boden, uma das realizadoras do filme, revelou que o momento em que o personagem Capitão Marvel  cruza com Stan Lee foi alterado após a morte do ‘pai’ da Marvel.

“Ao invés de ficarmos só com a gargalhada dele, acrescentamos o sorriso da Capitão Marvel em resposta… acho que reflete aquilo que os espectadores sentem”, disse Anna Boden, referindo-se ao carinho de todos fãs da Marvel por Stan Lee que morreu no ano passado aos 95 anos. (Noticias ao Minuto)

Academia volta atrás e exibirá todas as categorias do Oscar na TV

Imagem de analogicus por Pixabay

A Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, instituição que promove o Oscar, recuou após a controversa decisão de excluir quatro categorias do prêmio da transmissão pela TV – elas seriam exibidas durante os intervalos comerciais. A informação é do site Deadline.

As categorias que seriam cortadas eram fotografia, montagem, melhor curta-metragem e maquiagem. A ideia, de acordo com a imprensa especializada, era diminuir a duração para três horas. Com o recuo, a premiação volta ao formato tradicional -e aos mais de 180 minutos de duração.

Críticos, entre eles atores e diretores, dizem que a medida representaria uma desvalorização dessas categorias. Outra decisão controversa da Academia, depois abandonada, foi a de incluir a categoria de melhor filme popular. A premiação do Oscar acontece no dia 24 de fevereiro. (Noticias ao Minuto)

‘Pantera Negra’ é o 1º super-herói indicado ao Oscar de melhor filme

Concorrendo a sete indicações, “Pantera Negra” é o primeiro longa de super-herói da história a disputar o Oscar de melhor filme. A obra de Ryan Coogler, que foi recordista de bilheteria nos Estados Unidos no ano passado, narra a história de T’Challa, herdeiro do trono de Wakanda, país fictício e avançado na África. O protagonista, vivido por Chadwick Boseman, enfrenta a oposição de Killmonger (Michael B. Jordan), que também aspira o posto.

Além de melhor longa, a produção da Marvel concorre ainda em direção de arte, figurino, edição de som, mixagem de som, trilha sonora e canção original. A grande sacada desse filme, e que o faz pairar acima da média desse gênero sempre tão pasteurizado, é que o diretor soube incluir na trama elementos urgentes e que ressoam as tensões raciais nos Estados Unidos. Coogler, que despontou contando a história de violência policial em “Fruitvale Station”, fez reverberar em “Pantera” um tanto da crueza das ruas de Oakland, na Califórnia, de onde ele veio.

Killmonger é um “gangsta” à sua maneira, um sujeito que tem na violência a grande resposta contra o racismo. E não faltou quem visse em T’Challa, o líder pacificador, um tanto de Barack Obama. Essa dualidade, longe de cair num maniqueísmo fajuto, ajudou a dar ao filme a sua ressonância cultural. O impacto do filme foi tamanho que membros da Academia de Hollywood, que concede o Oscar, chegaram a cogitar a criação de uma categoria de produção pop para contemplar o sucesso. (Noticias ao Minuto)