Nascido na localidade do Rio Preto, zona rural de Varzedo, que na época pertencia ao município de Santo Antonio de Jesus, no Recôncavo Baiano, o ator global Luis Miranda está curtindo o Carnaval de Salvador. Luiz falou neste domingo (07) sobre o novo formato do programa Zorra, que estreou em maio do ano passado na Rede Globo, após mais de 15 anos de história com o “Zorra Total”.

Para ele, o humor do Zorra foi para um lugar mais moderno e jovem, atraindo outro público. “O público do Zorra hoje é os mais jovens. É um humor mais rápido, de internet, de celular”, disse o ator.

Como diz o ditado ‘não se pode agradar a gregos e troianos’ e, em termos de humor, a distância entre gostar e não gostar é bastante subjetiva, especialmente quando as mudanças acompanham o ritmo atual do humor brasileiro. “Tem algumas pessoas que não gostam do novo Zorra. Essas pessoas são as que viam o Zorra antigo, que têm aquela ideia do humor mais aberto, mais escrachado, e o humor que fazemos hoje é mais crítico. Nesse humor mais crítico, tem lugar para todo mundo”, declara.

TV Globo: Ator santoantoniense Luiz Miranda fala sobre o novo formato do programa Zorra - varzedo, saj, carnaval-2016Divertido sem ser panfletário: Além de curtir a folia momesca como Luis Miranda, o ator também aproveita o Carnaval de Salvador para gravar cenas como o personagem Lima, parceiro de Brau, na série “Mr. Brau”. Ele e o ator Lázaro Ramos, que interpreta Brau na série, estão na capital baiana gravando cenas especiais para a segunda temporada que estreia no primeiro semestre deste ano.

Aceitação: Ao ser perguntado sobre a receptividade que o ator está tendo com o personagem e a série, a opinião é uma só: “O Mr. Brau é uma ideia boa do Jorge (Furtado – diretor) junto com Lázaro e com todo mundo que comprou a ideia de fazer um programa divertido sem ser panfletário. Não é um programa sobre negro, é um programa sobre gente”.

Carnaval empobrecido:  Para Luis Miranda, o carnaval de Salvador começou há três semanas e não na última quinta-feira, quando ele chegou na cidade. Ele criticou a ampliação da folia momesca e a falta de investimento em espaços tradicionais da festa, como os camarotes das promoters Lícia Fábio e Marta Góes. “Eu acho que um carnaval de três semanas de certa forma esvazia um pouco, acho bom para o turismo que seja grande. Nada contra isso, mas acho que está empobrecido, como por exemplo o fato de Lícia e Marta não terem tido o camarote delas. É triste”, lamentou. (Editado por Tribuna do Recôncavo | Reportagem e redação: Bahia.ba)

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