Menos de vinte e quatro horas após o pedido de regime de urgência para apreciação do projeto da reforma trabalhista ter sido rejeitado na Câmara Federal, a base aliada do Governo conseguiu a  aprovação do pedido.

O requerimento aprovado permite que a votação seja feita diretamente no plenário ao invés de ser votada previamente em comissão especial. Na terça-feira(18), o requerimento não havia alcançado os 257 votos necessários, com apenas 230 votos a favor. Nesta quarta (19), foram 287 votos favoráveis.

A oposição protestou e chegou a ocupar a mesa diretora para impedir o avanço da votação. “Não vamos aceitar o padrão Eduardo Cunha no plenário”, disse o líder do PSOL, deputado Glauber Braga (RJ), em alusão ao antecessor do presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ), que costumava repetir votações até os projetos de sua base serem aprovados. (Bahia.ba)