O presidente Michel Temer (MDB) afirmou ontem (11), que a tortura é “inadmissível”, mas não se trata a criminalidade “com rosas na mão”. O emedebista participou da cerimônia de sanção da lei que cria o Sistema Único de Segurança Pública, no Palácio do Planalto. Temer deu a declaração ao destacar presença do ministro dos Direitos Humanos, Gustavo do Vale Rocha, no evento. (Metro1)