A feira livre de Santo Antonio de Jesus é destaque na região, sobretudo às quartas-feiras com o comércio de grande variedade de roupas, o que atrai pessoas de várias cidades vizinhas; mas há também diversos outros produtos comercializados pelos feirantes nos outros galpões: carnes, verduras, hortifrúti, alimentação, bolsas, calçados, utensílios domésticos, etc. Mas o que tem chamado atenção é que uma segunda feira livre se instalou no centro da cidade, iniciando ao redor da Igreja Matriz de Santo Antonio e se estendendo pela calçada de toda rua Monsenhor Francisco Manoel da Silva, conhecida como rua dos Correios.

Produtos diversos são vendidos na “segunda feira livre de SAJ”: roupas, sandálias, meias, artigos de praia, bolsas, CDS, DVDs, utensílios domésticos, plantas, frutas, verduras, polpas, etc. Em horário de pico, os transeuntes ainda escutam: “olha a água”.

Diante dessa situação que se instalou no centro da cidade, surgem os seguintes questionamentos: A venda de produtos no centro da cidade não  prejudica os feirantes que estão devidamente alojados nos galpões? Além disso, a “segunda feira livre de SAJ” forma um aglomerado de vendedores e consumidores por toda calçada, dificultando o fluxo de pedestres que passam pelo local sobretudo às quartas, sextas e sábados.

O centro da cidade de Santo Antonio de Jesus deveria servir de cartão postal para os visitantes, por ser uma referência no Recôncavo Baiano em termos comerciais e industrias, abrangendo várias cidades vizinhas, no entanto nos deparamos com essa falta de organização.

Segundo a secretária de Infraestrutura, um espaço seria criado na feira livre para esses ambulantes comercializarem seus produtos. Mas quando será entregue? E quando os pedestres poderão andar livremente pelas calçadas novamente? Eis os questionamentos que ainda se encontram sem respostas.

Fonte: Tribuna do Recôncavo