Ao comentar o suposto boicote que a Conferência das Nações Unidas sobre Segurança e Desarmamento Nuclear estaria sofrendo das grandes potências mundiais, o papa Francisco disse nesta terça-feira (28) que “a eliminação das armas nucleares é um imperativo moral e humanitário”. Para o líder religioso, a paz e a estabilidade internacional “não podem estar fundadas sobre um  sentido falso de segurança”.

A manifestação do pontífice foi oficializada em carta enviada à reunião de cúpula da ONU, que discute a proibição total das armas nucleares, e reúne nesta semana mais de 100 países, em Nova York. O evento teve início na segunda-feira (27) e prossegue até esta quinta-feira (30).

Embora possuam arsenais atômicos, os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas (Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China) não participam do encontro. Uma segunda rodada do evento está prevista para junho. (Agência de Télam)