A denuncia feita pelo Ministério Público de São Paulo e aceita pela justiça que acusa a jornalista de ter mentido em seu depoimento prestado em agosto de 2016. Na ocasião, Patrícia alega ter sido vítima de abuso sexual por parte do pastor e deputado federal Marco Feliciano, ela também alega que após o crime chegou a ser mantida em cárcere privado por Talma Bauer, o então chefe de gabinete de Feliciano.

Na ocasião, a moça contou que conseguiu fugir do cativeiro e resolveu registrar um Boletim de Ocorrência na 3ª Delegacia de Policia de São Paulo. Na época, o delegado responsável pelo caso abriu um inquérito para averiguar a denúncia, Talma foi chamado para depor e em seguida dispensado. Após muita investigação a policia descobriu que patrícia havia mentido em seu depoimento, pois foi disponibilizado pela Câmara de Deputados um vídeo que mostrava Feliciano em uma reunião que durou das 08:00 as 16:00hras com uma pausa somente para o almoço, já a noite o pastor estaria pregando em outra cidade, oque foi provado com sua transmissão ao vivo pelo facebook.

A 1ª Promotoria Criminal, indiciou patrícia por extorsão após cobrar dinheiro para Bauer para gravar um vídeo pedindo desculpas pelo ocorrido. Bauer afirma que teria repassado uma quantia em dinheiro de R$20.000 para a jornalista. Após a denuncia Patrícia teve sua prisão decretada em setembro de 2016. O ministério público viu que a ação seria desnecessária e a jornalista passou a responder o processo em liberdade. A defesa de Patrícia entrou com um processo pedido de arquivação de inquérito, mas o pedido foi negado. (Editado por Tribuna do Recôncavo | Informações: G1 / 1News)