O empresário Joesley Batista, dono da JBS com o irmão Wesley Batista, revelou, em delação premiada liberada nesta sexta-feira (19) pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que ouviu do presidente Michel Temer (PMDB) que os pagamentos mensais de R$ 400 mil a Lúcio Funaro, apontando como operador do ex-deputado Eduardo Cunha, eram “importantes” para “garantir o silêncio”.

Joesley afirma, em uma das gravação divulgadas, que falou ao peemedebista que, ao todo, a pensão dada a Cunha já tinha custado aproximadamente R$ 5 milhões.

“Eu ouvi do presidente Michel Temer que era importante manter isso. A primeira missão era essa. Saber dele se o compromisso era necessário, ele me disse de pronto que sim “, defendeu o empresário. (Bahia.Ba)