NASA posta foto ‘tenebrosa’ do Sol na véspera do Dia das Bruxas

Foto: Divulgação/ Nasa

Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço, mais conhecida como simplesmente NASA, publicou uma imagem “sombria” do Sol nas vésperas do Dia das Bruxas. A aparência estranha da estrela se explica pelo fato de algumas regiões ativas estarem emitindo mais luz e energia que outras. A NASA acompanhou a imagem com uma explicação científica deste extravagante “traje” solar.

“Esta imagem combina dois conjuntos de longitudes extremas de onda ultravioleta, de 171 e 193 angstroms, tipicamente em cor dourada e amarela, para alcançar uma aparência adequada ao Dia das Bruxas”, explicou a entidade. A foto do sol “tenebroso” foi tirada em outubro de 2014. (Informações: Sputnik)

Teste consegue eliminar HIV de corpo de animal vivo pela 1ª vez

Cientistas da Universidade Temple, na Flórida, em parceria com a Universidade de Pittsburgh, alcançaram um resultado importante na luta contra o HIV. Pesquisa conduzida na Lewis Katz School of Medicine (LKSOM), associada à Temple, conseguiu eliminar completamente o vírus de camundongos que haviam recebido células humanas infectadas com HIV. As informações são da revista Veja.

“A equipe é a primeira a demonstrar que a replicação do HIV-1 pode ser completamente suprimida e o vírus é eliminado de células infectadas em animais com uma poderosa tecnologia de edição de genes conhecida como CRISPR/ Cas9”, informa o site da LKSOM.

A pesquisa foi coordenada por Wenhui Hu, MD, PhD e professor associado no Centro de Pesquisa de Doenças Metabólicas e do Departamento de Patologia da LKSOM; Kamel Khalili, PhD. Laura H. Carnell professora e presidente do Departamento de Neurociências, diretora do Centro de Neurovirologia e diretora do Centro Compreensivo de NeuroAIDS da LKSOM; e por Won-Bin Young, PhD. (mais…)

Cientistas japoneses desenvolvem a ‘pele eletrônica’ mais fina do mundo

Pesquisadores no Japão estão desenvolvendo a “pele eletrônica” mais fina do mundo. Trata-se de um conjunto de circuitos feitos como materiais orgânicos, como plástico, que são mais flexíveis e podem ser “vestidos” pelo usuário.

A versão criada por cientistas da Universidade de Tóquio tem uma espessura dez vezes menor do que a de uma célula cutânea. Ao mesmo tempo em que é mais leve do que uma pena, é também muito resistente – pode ser dobrada e esticada sem gerar danos aos seus componentes.

A meta é que esse tipo de aparelho seja usado para monitorar a saúde de uma pessoa, funcione como uma tatuagem eletrônica ou crie até mesmo uma tela “de mão”. Em seu estágio atual, a tecnologia permite exibir um único número digital. “O próximo passo será incluir mais dígitos e depois fazer uma tela de alta definição”, diz o pesquisador Takao Someya. “Isso será possível dentro de quatro ou cinco anos”. (Bem Estar)

Cientistas dizem ter achado pela 1ª vez uma atmosfera ao redor de planeta semelhante à Terra

Em um estudo publicado no “Astronomical Journal”, eles dizem que o planeta GJ 1132b, que tem 1,4 vez o tamanho da Terra e fica a 39 anos-luz de distância, na constelação de Vela, é encoberto por uma espessa camada gasosa de água, metano ou uma mistura de ambas as substâncias.

Descobrir e identificar a composição de uma atmosfera é um passo importante na busca por vida fora do Sistema Solar. Mas é improvável que o GJ 1132b seja habitado: a temperatura em sua superfície gira em torno dos 370 ºC. “Até onde sabemos, a temperatura mais alta que a vida suporta na Terra é 120 ºC”, diz John Southworth, pesquisador da Keele University, na Grã-Bretanha.

A descoberta do GJ 1132b foi anunciada em 2015. Apesar de ter um tamanho similar ao da Terra, ele orbita uma estrela menor, mais fria e menos brilhante que o Sol.

Usando um avançado telescópio do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile, pesquisadores estudaram o planeta ao analisar como ele bloqueia a luz de sua estrela quando passa em frente a ela.  Mas as diferentes moléculas na atmosfera de um planeta (caso tenha uma) absorvem a luz de formas distintas, o que permite buscar por sinais químicos de sua composição. (mais…)

NASA faz grande anúncio sobre existência de vida em Marte

Os cientistas terminaram há pouco uma investigação para saber se existiu vida nos vastos oceanos que antigamente cobriam o Planeta Vermelho. A pesquisa, publicada no jornal Science Today, examinou os dados captados pela sonda espacial MAVEN, que está orbitando o planeta.

“É possível que a vida microbiana possa ter existido na superfície desde os primórdios da história do planeta”, comunicou o porta-voz da NASA Trish Chamberson. “À medida que o planeta ficava cada vez mais frio e seco, alguma forma de vida pode ter sido empurrada para debaixo do solo ou forçada a viver em raros oásis na superfície”.

Segundo o cientista Eslayed Talaat que trabalha com o programa MAVEN, esta descoberta é um passo significativo para desvendar o grande mistério do ambiente antigo de Marte. Os pesquisadores revelaram que os ventos solares despojaram Marte do gás nobre argônio e do dióxido de carbono (CO2). (Informações: Sputnik Brasil)

Como um chiclete ajudou a levar para a cadeia um assassino livre há 35 anos

Um chiclete. Essa foi a chave para solucionar um assassinato que ocorreu há mais de 35 anos na Inglaterra. O ano era 1981. No Chile, o general Augusto Pinochet se autoproclamava presidente da República. Nos Estados Unidos, o então presidente Ronald Reagan era vítima de uma tentativa de assassinato. A MTV, primeiro canal de televisão a exibir clipes de música 24 horas por dia, entrava no ar. No Brasil, o Flamengo se sagrava campeão mundial interclubes ao bater o Liverpool por 3 a 0.

E uma mulher chamada Nova Welsh, de 24 anos, que morava em Birmingham, ao norte da Inglaterra, desaparecia. Seu corpo foi achado dentro de um armário, em sua própria casa, três semanas depois. Acredita-se que Welsh foi morta na madrugada do dia 27 de julho daquele ano. De acordo com a autópsia, a causa da morte foi estrangulamento. Mas os anos se passaram e a polícia não conseguia descobrir o culpado… até agosto do ano passado.

A descoberta só foi possível graças aos avanços científicos que permitem, atualmente, determinar o DNA de uma pessoa anos depois e em circunstâncias insólitas. Ao tentar esconder o corpo de Welsh no armário, o assassino quebrou a fechadura. E, como não conseguia fechar a porta, resolveu recorrer ao chiclete que estava mascando para tal. Com o passar do tempo, o chiclete mudou de cor – ficou marrom e empoeirada. Apesar disso, os investigadores encontraram, nele, o DNA do assassino. (mais…)

Cientistas desenvolvem vacina oral para proteger chimpanzés do Ebola

Cientistas disseram na quinta-feira (9) que desenvolveram uma vacina para proteger chimpanzés e gorilas ameaçados de extinção contra o Ebola, que matou dezenas de milhares de macacos selvagens em três décadas. A vacina é administrada oralmente, disseram os desenvolvedores, o que significa que poderia ser disfarçada em alimentos oferecidos aos animais – um método mais fácil e menos traumático do que o uso de dardos.

“Nossos parentes mais próximos estão sendo levados rapidamente à extinção por doenças como o Ebola, pela caça comercial e pela perda de habitat, e somos responsáveis por grande parte disso”, disse Peter Walsh, da Universidade de Cambridge, que participou da pesquisa. “Agora temos esta tecnologia que pode ajudar a salvá-los, e há uma obrigação moral de fazê-lo”, disse à AFP.

Em testes de laboratório com dez chimpanzés, a vacina, chamada filorab1, mostrou-se segura e gerou “uma resposta imune robusta” ao vírus do Ebola, relataram pesquisadores na revista “Scientific Reports”. Walsh está desenvolvendo agora um sistema para colocar a vacina em iscas que os macacos possam comer na natureza. Só então a vacina poderá ser lançada, primeiro para gorilas e mais tarde para chimpanzés.

O Ebola foi identificado pela primeira vez no que era então o Zaire – hoje República Democrática do Congo – em 1976. Desde então, ocorreram vários surtos da doença, que é fatal para todos os membros da família dos primatas, incluindo os humanos. Uma vacina que funcione em uma espécie de primata provavelmente será eficaz para todos eles. O lançamento da vacina teria o benefício adicional de proteger os humanos – muitos dos quais pegaram o vírus do Ebola ao comer macacos infectados.

Pelo menos 15 vacinas para combater o Ebola em humanos estão sendo desenvolvidas por laboratórios em todo o mundo. Em dezembro passado, a Organização Mundial da Saúde disse que uma delas pode ser “até 100% eficaz” e poderia estar disponível em 2018. Mais de 11.300 pessoas morreram na última epidemia de Ebola, a maior da história, que começou na África Ocidental em 2014. O experimento com chimpanzés foi realizado no New Iberia Research Center da Universidade de Louisiana Lafayette, antes que os Estados Unidos eliminassem os programas de pesquisa biomédica de chimpanzés em cativeiro, agora proibidos em todos os países desenvolvidos. (Editado por Tribuna do Recôncavo | Fonte: G1)

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